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Centrais sindicais entregam documento com proposta de valorização do salário mínimo

Hoje, 3 de abril, às centrais sindicais participaram da primeira reunião do Conselho de Valorização do Salário Mínimo.

Na ocasião, o movimento sindical entregaram um documento para a valorização do salário mínimo, que durante o governo Bolsonaro teve aumentos que só repuseram a inflação.

O documento foi elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) que consta além dos ajustes com aumento real, prevê uma reposição extra de 2,40% para repor as perdas dos últimos anos.

“Entregamos hoje ao ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a proposta das Centrais para Valorização do Salário Mínimo, porque precisamos fazer o país crescer, de maneira vigorosa, com geração de empregos de qualidade, e a base para isso será injeção de recursos no próprio trabalhador para ele consumir e fazer a indústria produzir e os empregos aparecer. Um dia histórico, após 4 anos de um governo que ignora e só prejudicou a classe trabalhadora”, disse o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre.

Miguel Torres, presidente nacional da Força Sindical, fala que a valorização do salário mínimo é uma forma de distribuição de renda importante para os trabalhadores brasileiros. “O salário mínimo é um importante instrumento de distribuição de renda e precisa ser valorizado permanentemente para que as milhares de pessoas que dependem dele possam viver com dignidade”, defende o líder sindical.

O documento além de trazer metas para o aumento salarial durante o governo Lula, mas estabelece regras para uma valorização até 2053.

Confira o documento na íntegra: https://fsindical.org.br/arquivos/proposta_politica_valorizacaominimo.pdf

Fonte: Redação Mundo Sindical

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