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Governo de São Paulo decide acabar com os livros na educação

Desde a eleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), muita gente tem alertado para o que seria o estado de São Paulo ser governado por ele.

Depois das críticas em relação à operação policial que matou dezenas de pessoas com muita denúncia de excesso da força policial, agora é a vez da educação aparecer na imprensa.

O secretário de Educação de São Paulo, Renato Feder, anunciou que as escolas públicas paulistas não usarão mais livros do MEC, mas tudo de forma digital. Essa decisão faz com que o Estado fique fora do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático).

O secretário diz que os livros do PNLD perderam qualidade. “A secretaria avaliou que perderam conteúdo, profundidade e estão superficiais.” Feder nega a intenção de controle ideológico da educação paulista.

Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) se manifestou por meio de nota sobre a decisão do governo estadual. A nota fala sobre o corte de R$ 9 bilhões do orçamento da pasta dizendo que é para investir em saúde. Leia a nota na íntegra.

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB) comenta como essa decisão é ódio aos pobres: “Custo a acreditar que uma gestão pública como essa leve a sério suas próprias políticas. É um misto de ignorância com ódio aos pobres. Que lástima!”

Controle

Apesar de afirmar que não terá controle ideológico do conteúdo, uma decisão do governo estadual quer que diretores de escolas assistam as aulas dos professores e façam relatórios sobre os mesmos.

O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) se manifestou nas redes sociais sobre o assunto dizendo:

“Diretor assistir aula e enviar relatório sobre as “práticas pedagógicas” para o governo é a perseguição bolsonarista aos professores sendo institucionalizada nas escolas estaduais do Tarcísio. É GRAVE!”

Fonte:  Redação Mundo Sindical

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