Usage: php-cgi [-q] [-h] [-s] [-v] [-i] [-f ] php-cgi [args...] -a Run interactively -b | Bind Path for external FASTCGI Server mode -C Do not chdir to the script's directory -c | Look for php.ini file in this directory -n No php.ini file will be used -d foo[=bar] Define INI entry foo with value 'bar' -e Generate extended information for debugger/profiler -f Parse . Implies `-q' -h This help -i PHP information -l Syntax check only (lint) -m Show compiled in modules -q Quiet-mode. Suppress HTTP Header output. -s Display colour syntax highlighted source. -v Version number -w Display source with stripped comments and whitespace. -z Load Zend extension . -T Measure execution time of script repeated times. Banco indenizará por gerente dizer que aplicaria anticoncepcional em bancárias – Seaac Campinas
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Banco indenizará por gerente dizer que aplicaria anticoncepcional em bancárias

A reclamante também alegou que foi alvo de dispensa discriminatória enquanto grávida e de apelidos pejorativos, como “Smurfette”.

Por unanimidade, a 1ª turma do TRT da 5ª região condenou banco a indenizar ex-funcionária, em R$ 30 mil, por discriminação de gênero, após ter sido demitida grávida e gerente-geral dizer que aplicaria injeções anticoncepcionais nas mulheres da agência.

A ex-empregada, gerente de relacionamentos, relatou que, além do comentário misógino e da demissão, foi apelidada de “Smurfette”, em referência a personagem do desenho “Smurfs”.

A 20ª vara do Trabalho de Salvador/BA concedeu à bancária o direito à estabilidade, considerando que “já estava grávida antes do fim do contrato, considerando a integração do aviso prévio indenizado de 60 dias”, com os devidos efeitos financeiros.

A juíza do Trabalho Alice Pires também reconheceu o dano moral, destacando os relatos de cobranças excessivas, constrangimentos e humilhações sofridos pela bancária.

Uma testemunha corroborou o relato da ex-funcionária, confirmando o apelido dado pelo gerente-geral e os comentários sobre o uso de anticoncepcionais.

O banco recorreu da decisão, mas o desembargador Edilton Meireles, relator do caso, manteve a sentença.

Ressaltou que a bancária comprovou, por meio de exames, estar grávida de seis semanas. O desembargador também destacou que os comentários do gerente-geral “demonstram uma conduta discriminatória ao dizer que gostaria de aplicar injeções de anticoncepcional nas mulheres da agência”.

O tribunal não divulgou o número do processo.

Fonte: Redação do Migalhas/com Informações do TRT da 3ª região