Usage: php-cgi [-q] [-h] [-s] [-v] [-i] [-f ] php-cgi [args...] -a Run interactively -b | Bind Path for external FASTCGI Server mode -C Do not chdir to the script's directory -c | Look for php.ini file in this directory -n No php.ini file will be used -d foo[=bar] Define INI entry foo with value 'bar' -e Generate extended information for debugger/profiler -f Parse . Implies `-q' -h This help -i PHP information -l Syntax check only (lint) -m Show compiled in modules -q Quiet-mode. Suppress HTTP Header output. -s Display colour syntax highlighted source. -v Version number -w Display source with stripped comments and whitespace. -z Load Zend extension . -T Measure execution time of script repeated times. Governo prorroga prazo para que empresas a partir de 100 funcionários entreguem relatório sobre salários – Seaac Campinas
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Governo prorroga prazo para que empresas a partir de 100 funcionários entreguem relatório sobre salários

Obrigatório por lei aprovada em 2023, sobre igualdade salarial entre homens e mulheres, documento deverá ser entregue ou retificado até 8 de março

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Os ministérios do Trabalho e Emprego e das Mulheres prorrogaram até 8 de março (Dia Internacional da Mulher) o prazo para que empresas com 100 ou mais funcionários entreguem ou retifiquem relatório sobre salários de homens e mulheres. O governo alega “instabilidades no sistema”. Com o nome formal de Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, o documento está previsto no decreto que regulamentou a Lei 14.611, de 2023. A lei determina igualdade salarial para pessoas na mesma função.

“As informações serão utilizadas para a verificação da existência de diferenças salariais entre mulheres e homens que ocupam o mesmo cargo”, informam os ministérios. O preenchimento do relatório deve ser feito por meio do Portal Emprega Brasil.

“Os relatórios semestrais de transparência salarial utilizarão os dados de salários e ocupações de mulheres e homens já informados pelas empresas pelo eSocial, e as empresas estão sendo solicitadas a prestar algumas informações adicionais sobre critérios de remuneração e ações que apoiem a contratação e a promoção de mulheres nas empresas.”

Multa e plano de ação

Caso a empresa não respeite a obrigatoriedade da publicação do relatório, receberá multa administrativa. O valor corresponderá a até 3% da folha de salários, limitado a 100 salários mínimos (R$ 141.200, pelo piso atual). Também estão previstas multas “em casos de discriminação salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens, quando for o caso”.

Se for constatada a desigualdade salarial, as empresas com 100 ou mais funcionário deverão implementar um plano de ação para resolver o problema. Os empregadores serão notificados por auditores-fiscais do Trabalho, “com a participação de entidade de classe”.

No mês que vem, informa ainda o governo, as empresas poderão acessar a plataforma do Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET), do MTE, para extrair, via CNPJ, seu relatório de transparência. Também em março, elas devem publicar o documento em seus sites, nas redes sociais ou em instrumentos similares, “garantida a ampla divulgação para os seus empregados, colaboradores e público em geral”.

Fonte: Rede Brasil Atual