Usage: php-cgi [-q] [-h] [-s] [-v] [-i] [-f ] php-cgi [args...] -a Run interactively -b | Bind Path for external FASTCGI Server mode -C Do not chdir to the script's directory -c | Look for php.ini file in this directory -n No php.ini file will be used -d foo[=bar] Define INI entry foo with value 'bar' -e Generate extended information for debugger/profiler -f Parse . Implies `-q' -h This help -i PHP information -l Syntax check only (lint) -m Show compiled in modules -q Quiet-mode. Suppress HTTP Header output. -s Display colour syntax highlighted source. -v Version number -w Display source with stripped comments and whitespace. -z Load Zend extension . -T Measure execution time of script repeated times. Patronal insiste na retirada de direitos do Ensino Básico – Seaac Campinas
Artigos de menuUltimas notícias

Patronal insiste na retirada de direitos do Ensino Básico

Segue o impasse entre trabalhadores da Educação Básica e setor patronal. Em sessão de dissídio coletivo no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), os representantes das instituições de ensino particulares recusaram proposta de conciliação.

O desembargador Edilson Soares de Lima propôs que o patronal fizesse o reajuste salarial de 6,29% a partir de 1º de março, data-base da categoria, além da manutenção de todas as cláusulas sociais em vigor na Convenção Coletiva e estabilidade provisória de 30 dias aos professores e auxiliares.

A Federação dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de SP (Feeesp) se mostrou intransigente mais uma vez e insistiu que voltassem as cláusulas contidas na CCT de 2018, além do parcelamento de reajuste em três parcelas – pagamento em abril e setembro de 2021 e janeiro de 2022.

Segundo Celso Napolitano, presidente da Federação dos Professores no Estado de São Paulo (Fepesp), os patrões se negam a atender às reivindicações da categoria. “Recusam-se a reconhecer a validade das cláusulas concedidas pelos desembargadores no dissídio coletivo de 2019. E mantêm a intenção de fatiar a recomposição salarial”, afirma Napolitano.

Para o dirigente, acordos firmados com outras entidades prejudicam os avanços que os trabalhadores buscam. “Conforme acordo paralelo celebrado com outras federações, que representam apenas a minoria da categoria no Estado”, ele explica.

Celso Napolitano conta que essa foi a motivação que levou a Fepesp a solicitar mediação no TRT, pela manutenção da data-base, recomposição salarial plena e respeito à decisão judicial.

MPT – Com a rejeição da proposta por parte do setor patronal, o desembargador Edilson Soares de Lima encaminhou o processo ao Ministério Público do Trabalho para ser designado o relator do dissídio coletivo, que remeterá a julgamento em data a ser definida.

MAIS – Acesse o site da Fepesp.

Fonte: Agência Sindical

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.