Falta de equipamento de proteção para profissionais da Saúde em SP pode agravar pandemia

Nem todos os profissionais de saúde, que atuam na cidade de São Paulo estão providos dos equipamentos de proteção individual para evitar o risco de contágio pelo coronavírus durante o expediente. É o que denunciam o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e o Sindicato dos Servidores Municipais (Sindsep). 

(foto de vídeo)

De acordo com o presidente do Simesp, Eder Gatti, são considerados como equipamentos de proteção individual, máscaras faciais de uso hospitalar, óculos, gorros, aventais e luvas descartáveis. “Se esses profissionais atenderem sem esse equipamento, eles poderão adoecer. Médicos e enfermeiros sairão da linha de frente (do tratamento dos doentes) para fazer sua recuperação e isolamento”, alerta Gatti. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também tem demonstrado preocupação com a falta de insumos no mundo e não só para profissionais da saúde, mas para todos os trabalhadores que possam ter contato com o novo coronavírus, mesmo que indiretamente. Aqui no Brasil, apenas na capital paulista, o Sindsep já contabiliza, desde o dia 16 de março, mais de 200 denúncias de funcionários públicos de diversas áreas reclamando da falta de proteção. 

O presidente do Sindsep, Sérgio Antiqueira, afirmou que, nesta terça (24), a secretaria estadual de Saúde confirmou que não está conseguindo fazer a compra desses insumos. “É hora de o Estado fazer a intervenção necessária”, propõe Antiqueira.

Fonte: Rede Brasil Atual

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