Usage: php-cgi [-q] [-h] [-s] [-v] [-i] [-f ] php-cgi [args...] -a Run interactively -b | Bind Path for external FASTCGI Server mode -C Do not chdir to the script's directory -c | Look for php.ini file in this directory -n No php.ini file will be used -d foo[=bar] Define INI entry foo with value 'bar' -e Generate extended information for debugger/profiler -f Parse . Implies `-q' -h This help -i PHP information -l Syntax check only (lint) -m Show compiled in modules -q Quiet-mode. Suppress HTTP Header output. -s Display colour syntax highlighted source. -v Version number -w Display source with stripped comments and whitespace. -z Load Zend extension . -T Measure execution time of script repeated times. Guedes quer diminuir FGTS do trabalhador na reforma tributária – Seaac Campinas
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Guedes quer diminuir FGTS do trabalhador na reforma tributária

Segundo reportagem de Adriana Fernandes no jornal Estado de São Paulo, o plano é reduzir de 8% para 6% da taxa que é depositada pelas empresas nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de cada trabalhador.

Governo quer diminuir depósito na conta do FGTS do Trabalhador Foto: Reprodução

O ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou ao presidente Jair Bolsonaro um planejamento para diminuir as resistências no Congresso sobre a criação de novo imposto sobre transações digitais, no mesmo modelo da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), mas com alcance maior.

De acordo com apuração do Estadão, para balancear, a proposta é reduzir metade do peso efetivo da tributação que as empresas pagam sobre os salários dos funcionários. Hoje, as empresas pagam uma alíquota de 20% sobre os salários como contribuição à Previdência. O ideia é reduzir esse peso de encargos para 10%.

A reportagem apurou ainda que Guedes vai propor a redução de 20% para 15% da alíquota das empresas, o que reduz R$ 50 bilhões na arrecadação federal. Enquanto os outros 5 pontos porcentuais deverão ser obtidos com duas medidas parafiscais (sem impacto no Orçamento do governo): redução de 8% para 6% do valor dos salários que é depositado pelas empresas nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e corte permanente da metade dos encargos que pagam ao Sistema S.

Além disso, a contribuição das empresas ao INSS do trabalhador que ganha até um salário mínimo (hoje, R$ 1.045) será isenta para o patrão, ao custo de R$ 25 bilhões por ano para os cofres da União.

Fonte: Rádio Peão Brasil/com informações do jornal O Estado S.Paulo

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